25 de ago de 2015

Dom Antônio Zattera pelo Prof. Wallney Joelmir Hammes

 Dom Antônio Zattera: Fundador da Universidade Católica de Pelotas, viveu 88 anos, deixando inscrito, na mente e no coração dos contemporâneos e dos pósteros, com o cinzel de um temperamento marcante, o dístico de seu brasão episcopal Omnia possum in Eo qui me confortat. Sim, ele tudo pôde, com fé inquebrantável e determinação férrea, no exercício do mais eficaz instrumento de evangelização – a educação.
Esse abençoado ministério já fora exercido desde muito cedo quando, em Bento Gonçalves, RS, sua segunda paróquia, fundou o Ginásio Nossa Senhora Aparecida e a Escola Nossa Senhora Medianeira.
Ele próprio, como pároco, dirigia peças teatrais sobre temas educativos, entusiasmando de tal forma a juventude que mal se conseguia conter a multidão que afluía aos espetáculos.
A catequese, a cultura, a arte, a educação do povo, a visita às famílias, a presença constante entre os jovens, tudo era importante para ele.
Era essa inquietude, traço peculiar de seu caráter, que o tornava admirado por seus colegas e notado por seus superiores. Tomando parte como capelão do exército na revolução de 1930, entre os dezesseis padres nomeados pelo arcebispo Dom João Becker, o cabo Zattera desincumbiu-se com galhardia de sua missão, retornou com as forças vitoriosas e reassumiu a sua paróquia, sendo, em seguida, nomeado Cônego Honorário do Cabido de Porto Alegre. E mais uma vez nova e árdua missão foi-lhe reservada: em 31 de maio de 1942, na igreja matriz de Santo Antônio, em Bento Gonçalves, foi sagrado bispo em cerimônia presidida por Dom João Becker, acolitado pelos bispos Dom José Barea e Dom Cândido Bampi. Em 9 de julho, chegava a Pelotas para assumir a diocese que lhe fora destinada pelo papa Pio XII, como terceiro bispo, em substituição ao saudoso Dom Joaquim Ferreira de Melo.
Logo após tomar posse no governo da diocese, Dom Antonio já se deparava com o angustiante problema do menor abandonado. Foi procurado pelo juiz de menores, Dr. José Alsina Lemos, e o delegado de polícia, Dr. Galeão Xavier de Castro, que lhe solicitaram o apoio à iniciativa de dotar Pelotas de uma casa que abrigrasse esses meninos. Compreendendo a nobre finalidade, Dom Antônio imediatamente pôs-se a campo, convocando uma reunião de representantes de todas as associações católicas locais, ocasião em que sugeriu a formação de diversas comissões para angariar os fundos necessários à concretização da obra, o que efetivamente aconteceu, com inauguração em 26 de março de 1944.
Oito anos após ter assumido a diocese, Dom Antônio, emocionado, viu inauguradas as obras de reforma da Igreja Catedral de Pelotas, cartão de visita da cidade e consagração da arte à religiosidade. Em 1910, a velha Matriz da Freguesia de São Francisco de Paula recebeu o título de Igreja Catedral, em vista da elevação de Pelotas à sede de bispado. A construção, terminada em 1853, serviu de Catedral até o ano de 1934. Diante da deterioração do prédio, após um referendum popular solicitado por Dom Joaquim, decidiu-se preservar a fachada e demolir todo o resto do templo, para dar lugar a uma construção nova, mais condizente com as necessidades dos fiéis. Assim, construiu-se o que é hoje o corpo da Igreja Catedral. Coube a Dom Antônio a realização das ampliações: o presbitério com sua alterosa cúpula em harmonia com as torres, a cripta, as sacristias e o salão paroquial. A decoração é obra-prima no seu gênero de pintura clássica, executada pelo artista Aldo Locatelli e pelos decoradores Emilio Sessa e Adolfo Goldoni. Foram recomendados a Dom Antônio por Dom Bernaregi, bispo de Bérgamo, donde os artistas eram naturais, por sugestão do núncio apostólico de Paris, Dom Giuseppe Roncalli, futuro papa João XXIII. O majestoso altar foi confeccionado em ótima oficina de Bérgamo com os melhores mármores da Itália. Os recursos foram angariados, segundo Dom Antônio, "do generoso povo pelotense por donativos e quermesses na praça da Catedral, no Centro Português e no Clube Caixeiral". A inauguração deu-se na noite de Natal do ano 1950.
Quando Dom Antônio assumiu, em 1942, o governo da diocese que abrangia também as cidades de Rio Grande e Bagé, nenhuma escola superior existia, fora da capital, para formação de professores do ensino secundário (atual ensino médio). Após dois anos de contínuas viagens ao Rio de Janeiro, conseguiu, em 1953, a primeira Faculdade de Filosofia no interior do Estado. Idênticas faculdades fundou Dom Antônio nas cidades de Bagé e Rio Grande, respectivamente em 1958 e 1961. Em 1960, foi autorizada a funcionar a Faculdade de Direito "Clóvis Bevilacqua" em Rio Grande. Com a Faculdade de Ciências Econômicas, fundada em 1937, pelo Irmão Fernando, lassalista, e incorporada à Mitra Diocesana em 1955, e o curso de Jornalismo, criado em 1958 e transformado em Faculdade de Comunicação Social, em 1960, já havia o número necessário de unidades para a criação de uma universidade. Criada em 7 de outubro de 1960 pelo decreto n.º 49.088, assinado pelo presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, a Universidade Católica Sul-Rio-Grandense de Pelotas (posteriormente denominada Universidade Católica de Pelotas com o desmembramento das faculdades de Rio Grande e Bagé) foi instalada oficialmente em sessão solene no Teatro Guarany em 22 de outubro de mesmo ano, presidida pelo núncio apostólico Dom Armando Lombardi, com a presença de altas autoridades do município, do estado e do país.
Em 1965, Dom Antônio assumiu a reitoria. Ascensionalmente desenvolvia-se a novel universidade movida pelo entusiasmo de seu criador e reitor. Ele simplesmente avançava. Vencer obstáculos era a sua especialidade. Quanto maior o desafio, mais se fortalecia a sua tenacidade. Foi um reitor sem salário porque, segundo dizia, a Mitra já lhe dava casa e comida. Permaneceu no cargo de reitor até a sua renúncia como bispo diocesano, em 1977. O seu único pedido foi o de permanecer em Pelotas, residindo num pequeno apartamento no Instituto de Menores. Ali, entre os seus meninos e adolescentes, continuou a prestar assistência religiosa, social e profissional até a sua morte ocorrida no dia 15 de outubro de 1987.
Dom Antônio tinha uma personalidade forte. Uns admiravam-no sem restrições; outros olhavam-no com reservas. É sempre o bônus e o ônus da liderança. A todos Dom Antônio respondia com ação: ação pastoral, ação social, ação educativa. Muitas vezes, a crítica dirigia-se ao fato de ele não se dedicar por inteiro às obrigações religiosas próprias de um bispo, colocando-as em segundo plano ao favorecer com sua atenção a Universidade e as demais instituições que fundou ou obras que mandou construir. Críticas, evidentemente, que partiam de pessoas nem sempre sinceras na sua própria conduta e convicções. Afinal, muito antes de ser um asceta, um contemplativo, Dom Antônio, durante toda a vida, serviu; foi um servidor tão dedicado a Deus e aos homens que continuamos a colher os frutos sazonados de sua obra. Permaneceu sempre fiel a Jesus Sacramentado, dedicando-lhe três congressos eucarísticos, e à Medianeira, a quem se consagrou por toda a vida.
Seus feitos são mais perenes que o bronze, mais duradouros que o granito. Viveu a vida em plenitude, combateu o bom combate. Não somente criou instituições, não somente construiu, não somente administrou mas, acima de tudo, formou homens e mulheres no espírito de solidariedade e de participação humana e cristã, os quais são os herdeiros e os continuadores de sua obra e de seus ideais na construção de uma sociedade mais justa e mais fraterna.

Texto elaborado pelo Prof. Wallney Joelmir Hammes. Atualmente é professor titular da Universidade Católica de Pelotas. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Língua Portuguesa. Informações coletadas do Lattes em 23/06/2015.

23 de ago de 2015

Kleiton & Kledir - Mistérios do Bule Monstro - Brincando na Praça dos Enforcados de Lourenço Cazarré


Kleiton & Kledir - Mistérios do Bule Monstro - Brincando na Praça dos Enforcados de Lourenço Cazarré


Lá no fim do arco-ìris
Caixas de lápis de cor
A professora ensinava
"Foi Nabucodonosor"
-
Lembro do ataque de asma
A sirene da ambulância
O vento abrindo as janelas
Do nosso jardim de infância
-
O frio tentava uma fresta
Pela japona de couro
Na casa da vó Marieta
Serviam feijão com louro
-
No inverno, sorvete quente
No outono, folhas no chão
Na primavera eu sonhava
Com as férias de verão
-
Na igrejinha da Luz
O padre rezava em latim
Com batina de capuz
Rodeado por querubins
-
Se alguém no jogo de víspora
gritava: "é vinte e dois"!
Tia Sinhá cochichava
"Marrequinha com arroz"
-
Fiz curso de molecagem
Na Vila dos Agachados
Brinquei de papai-mamãe
Na Esquina do Pecado
-
Bate-bola no campinho
Perna de pau, só no golo
Enfrentei o precipício
Do canalete da Argolo
-
Balneário dos Prazeres
Segredos das Carmelitas
Fadas dançando no mato
Eu conto e ninguém acredita
-
Diz a lenda que há fantasmas
No Solar da Baronesa
Na Praça dos Enforcados
Na cerração da Princesa
-
Mistérios do Bule Monstro
Bicicleta do Alfredinho
Corcel, Judite, Miloca
Eu era só um mandinho
-
Deus proteja os malucos
E as "loucas" do mictório
Eu vou terminar meus dias
Num quarto do Sanatório




21 de ago de 2015

8ito registros da Rua Andrade Neves - Rua das Flores


A rua Andrade Neves figurava desde 1815 na primeira planta da antiga freguesia, nos lotes do capitão-mor Antônio dos Anjos. Juntamente com outros 18 logradouros. No ano de 1818 já contava com 14 prédios.
Conhecida no século XIX como "Rua das Flores", a rua Andrade Neves, assim como muitas outras localidades da cidade, exibia grandes jardins conservados. Onde se era possível observar pomares e hortas nas ruas, fato que se deve a falta de pavimentação da maioria das localidades de Pelotas e a facilidade de cultivo, não havendo a necessidade de grandes cuidados para a propagação e também sem influências químicas.
No dia 10 de fevereiro de 1869 foi dada a denominação atual a rua. Homenageando o general José Joaquim de Andrade Neves, Barão do Triunfo, herói da Guerra do Paraguai. Morrera dois meses antes da homenagem pelotense, em consequência de um grave ferimento no combate de Lomas Valentinas.
Somente por volta da década de 1950 a rua ganhou fama pelo seu comércio e intenso movimento. Antes, desde a fundação da freguesia a rua comercial era a rua Félix da Cunha. A partir de 1850 a rua XV de Novembro passou a receber grandes lojas e confeitarias de alto luxo. Nos anos 50 a rua Andrade Neves e a Quinze de Novembro passaram a ser o centro comercial da cidade.
Por fim, com a criação do Calçadão de Pelotas, a Andrade Neves se tornou a área central de comércio e movimento varejista, como também de manifestações artísticas.
Fonte: Livro "Os Passeios da Cidade Antiga", Mario Osorio Magalhães.


Postal Edicard editora cultural Ltda - São Paulo - Rua Andrade Neves. Década de 70



Fotografias de Jacy dos Santos Silva (em memória) que encontram-se no Instituto Histórico e Geográfico de Capão do Leão. 

Rua Andrade Neves (atual calçadão), tirada a partir da esquina com a Rua Gen. Netto. Década de 20.


Rua Andrade Neves (atual calçadão), tirada a partir da esquina com a Rua Floriano. Década de 20. 

Fonte: Michelon, Francisca Ferreira e Espírito Santo, Anaizi Curz (Orgs). Catálogo Fotográfico - Séc. XIX/1930 - Imagens da Cidade: acervo do museu histórico da Biblioteca Pública Pelotense. Pelotas: Editora Universitária/UFPEL: FAPERGS, 2000. 200p.

Rua Andrade Neves com a Rua Floriano. Imponente Banco Pelotense em destaque e detalhe para o carro das Lojas Mesbla, na época com sede na Praça Coronel Pedro Osório, na esquina da Rua Floriano com Rua Anchieta. Foto de Josiane Oliveira.

Rua Andrade Neves, tirada a partir da esquina com a Rua Floriano. Década de 70. Postal que pertenceu ao Sr. Flávio Moreira dos Santos, hoje encontra-se no IHGCL .

19 de ago de 2015

Janela para o pretérito - Hotel Grindler e Casa Scholberg & Cia


      Muitos que passam pela esquina do Calçadão da Andrade Neves com 7 de Setembro não sabem que numa daquelas esquinas mais precisamente no sobrado em frente ao chafariz, que hoje abriga alguns comércios, teve uma pensão chamada "CASA DE PENSÃO CARLOS GRINDLER" inaugurada em 27 de junho de 1897. Segundo o jornal Correio Mercantil era a “Única em seu gênero em Pelotas. Possue excellentes commodos, vasto refeitório decorado, sala reservada, etc. Fornece boa comida e tem sempre bons líquidos em deposito. Garante serviço correcto e sem delongas, garantindo o proprietário o escrupuloso cumprimento de seus contractos.”, então em fevereiro de 1898 após reformas passou a chamar-se de Hotel Grindler. O local antes de pensão chegou a ser sede do "CLUB CAIXEIRAL", que só teve seu local definitivo em 1902, na construção do atual prédio pelo arquiteto pelotense Caetano Casareto. Pelotas já possuía hotéis desde 1840, sendo pioneiro o Hotel Alliança (1843). Junto com o hotel, na parte debaixo do sobrado, localizava-se a casa Scholberg & Cia, especializada na importação de armas, metais finos, talheres, cutelaria fina, ferragens, apetrechos de caça, munições e etc.


Andrade Neves com 7 de Setembro (hoje calçadão), onde hoje se localiza nosso chafariz "As meninas" Casa onde foi a antiga Casa Scholberg & Cia (parte de baixo) e Hotel Grindler (parte de cima).
Scholberg & Cia e o Hotel Grindler (direita) na fachada uma espingardas que faziam companhia ao Bule monstro, que 1914, era na esquina da frente.

Anúncio da casa Scholberg & Cia


17 de ago de 2015

Dia Nacional do Patrimônio

Comemora-se no dia 17 de agosto o Dia Nacional do Patrimônio Histórico na mesma data em que nasceu o historiador e jornalista Rodrigo Mello Franco de Andrade (Belo Horizonte-MG, 1898-1969), primeiro presidente do IPHAN, onde o trabalhou até o fim da vida. Foi por meio da Lei nº 378, de 1937, o governo Getúlio Vargas criou o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).  

O dia do Patrimônio Cultural em Pelotas ocorre desde 2013 pela Prefeitura, inspirado na comemoração que ocorre no Uruguai. Todos os anos a cidade é convidada a dedicar-se e aprender sobre a educação patrimonial, onde sempre um tema é trabalhado com o público. 

2013 -O que é patrimônio?;
2014 -Herança Cultural Africana;
2015 -Pelotas natural: Patrimônio das Águas;
2016 -Ocupação Feminina;
2017 -Territórios daqui: identidades e pertencimento



"SÓ HÁ UM MEIO EFICAZ DE ASSEGURAR A DEFESA DO PATRIMÔNIO DE ARTE E DE HISTÓRIA DO PAÍS; É A EDUCAÇÃO POPULAR." Rodrigo Melo Franco de Andrade


Abaixo algumas postagens antigas (desde 2012) da página referente ao dia do patrimônio.


Capela do cemitério São Francisco de Paula na primeira imagem está em ruínas, na imagem do centro aparece o Theatro 7 de Abril com suas portas fechadas. Quanto ao monumento do Coronel Pedro Osório na praça que leva seu nome, o "Pixo" é constantemente frequente por ali.

14 de ago de 2015

Estação Férrea de Pelotas/RS

   Localizada no Largo de Portugal, foi construída em 1884, para servir à linha ferroviária Rio Grande – Pelotas – Bagé (tripé porto-charque-gado), foi implantada graças ao empenho do conselheiro Gaspar Silveira Martins.
   O prédio possui um salão principal onde temos a bilheteria e o acesso ao pátio dos trens. À esquerda funcionava a administração e, à direita, o setor de saúde ocupacional. O prédio possui 15 cômodos e no andar superior se encontra a residência do agente. Foi construída com três portas centrais, marquise de vidro, mansardas com oito janelas água-furtada, platibanda com balaústres de cimento, frontão central trabalhado, pinhas nas esquinas do telhado e das platibandas do andar superior.
   Foi inaugurada em 02 de dezembro de 1884, segundo jornal da época, "de forma fria e constrangedora", pois estava marcada apenas uma rápida parada dos trens na estação de Pelotas, o que foi reprovado pela comunidade que achou melhor não prestigiar os atos de inauguração. Mas, ao longo da ferrovia, houve muitas comemorações. A implantação da ferrovia e construção da estação repercutiu fortemente no desenvolvimento e no crescimento urbano de Pelotas. Logo se tratou da criação de uma rede viária capaz de ligar a estação ao resto da cidade, o que induziu o crescimento em direção ao "largo da estação".

   Por volta de 1930, foram construídas duas laterais com porta e janelas, iguais para cada lado, mas sem mansardas, das quais foram retiradas as janelas, assim como as pinhas. A plataforma de embarque e desembarque é protegida por longa cobertura, estruturada a partir de "mãos-francesas" de ferro. O velho sino e o relógio, com duas faces, uma para dentro do saguão e outra para a plataforma de embarque, são originais no saguão de entrada (hoje foram retirados). A partir de janeiro de 1998, o imóvel foi abandonado, depredado e até incendiado. Após dois anos de obras o prédio da Estação Férrea foi restaurado e entregue a sociedade em 15 de dezembro de 2014.


O pátio da estação, com o prédio ao fundo,no centro, em 1985.


A mesma cena em 2007. O abandono após 22 anos é claríssimo
(Fotos Alfredo Rodrigues).



Estação de Pelotas na época de sua inauguração, em 1884.
Foto cedida por Wanderley Duck

 Ainda com movimento de locomotivas a vapor em 1969.
Foto cedida por Antonio A. Gorni

As duas fotos acima mostra a estação totalmente abandonada em 2003. 
Foto Rodrigo Cabredo


Prédio da Viação fêrrea após o restauro.


*http://www.defender.org.br/pelotasrs-estacao-ferrea-tem-nova-destinacao
 *http://www.estacoesferroviarias.com.br/rs_bage_riogrande/pelotas.htm

5 de ago de 2015

Janela para o pretérito.




Uma janela se abre para 1964, na Mal. Floriano com XV de Novembro. 50 anos atrás. 
A principal/ Pool bar

Foto de Pedro Teixeira, 1964.

4 de ago de 2015

Documentário "Olhares sobre Pelotas - Praça Cel. Pedro Osório"




Produção: Olhares sobre Pelotas  (2015)



Com pesquisa e roteiro de Leonardo Tajes Ferreira, imagens e edição de Gustavo Mansur, e trabalho de finalização de Alexandre Marques de Leon, o documentário “Olhares sobre Pelotas – Praça Cel. Pedro Osório” tem por objetivo apresentar aspectos históricos e curiosidades sobre a praça central de Pelotas. Para embasar nossas pesquisas contamos com a colaboração de integrantes da equipe do Almanaque do Bicentenário de Pelotas.
Entre os depoentes estão Guilherme Pinto de Almeida, pesquisador iconográfico do “Almanaque do Bicentenário de Pelotas”; Adão Monquelat, autor de “Pelotas dos Excluídos”;Mateus Brod, biólogo que traz peculiaridades da vegetação do local; Vera Rheingantz Abuchaim, autora de “O Tropeiro Que Se Fez Rei”; Nei Porto, auxiliar de parquímetro; Edgar Conceição Borges, fotógrafo há mais de 40 na Praça; Ester Gutierrez, professora do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFPel, e Fábio Gonçalves, professor e doutor em Epistemologia e História das Ciências. A trilha sonora original ficou a cargo do músico e compositor Marquinho Brasil.


Direção: Leonardo Tajes Ferreira
Roteiro: Leonardo Tajes Ferreira
Edição: Gustavo Mansur 
Edição final: Alexandre Marques de Leon 
Montagem: Leonardo Tajes Ferreira / Gustavo Mansur
Repórter: Leonardo Tajes Ferreira
Apresentação: João Monteiro 
Entrevistados: Adão Monquelat / Edgar Conceição Borges / Elbio Borges Leal / Ester Gutierrez / Fábio Gonçalves / Guilherme Pinto de Almeida / Mateus Brod / Nei Porto / Vera Rheingantz Abuchaim 
Pesquisa Bibliográfica: Leonardo Tajes Ferreira 
Pesquisa iconográfica: Leonardo Tajes Ferreira 
Operadores de câmera: Gustavo Mansur / Leonardo Tajes Ferreira / Filipe Chepp Marques / Erionto Junior Farias
Direção de Fotografia: Leonardo Tajes Ferreira / Gustavo Mansur 
Trilha Original: Marquinho Brasil 
Trilha da Vinheta de abertura e dos Créditos: Gotan Project – Chunga’s Revenge (2001) / versão para “Chunga’s Revenge” de Frank Zappa (Bizarre Records, 1970)
Vinheta de abertura: Andre Chiesa 
Vinheta de encerramento: Alexandre Marques de Leon 
Logomarca Olhares sobre Pelotas: Paula Viegas 

Agradecimentos: Adão Monquelat / Alexandre Marques de Leon / Alexandre Neutzling / Andre Chiesa / Cassiano Garcia de Miranda / Daniel Barbier / Diego Morales / Dielon Mendes / Douglas Bierhalz / Duda Keiber / Edgar Conceição Borges / Edson Luis Planella / Erionto Junior Farias / Ester Gutierrez / Fábio Gonçalves / Filipe Chepp Marques / Gustavo Mansur / Guilherme Pinto de Almeida / João Monteiro / Julio de Paula / Laercio Diniz / Leandro Barboza / Leonardo Massri (Léo Massri) / Marquinho Brasil / Mateus Brod / Matheus Cruz / Miguel Mishuo Watanabe/ Paula Viegas / Priscila Chiattone / Ricardo De Assumpção Osorio Magalhães / Rosi Rodrigues / Vera Rheingantz Abuchaim

Locações: Praça Cel. Pedro Osório / Museu do Doce de Pelotas (Casarão 8) / Livraria Monquelat / Biblioteca Pública Pelotense / Casarão n° 2 – Secult / Grande Hotel - Curso Superior de Tecnologia em Hotelaria UFPel / Casarão 6 
Arquivo fotográfico: 
Acervo Almanaque do Bicentenário de Pelotas 
Acervo página Olhares sobre Pelotas (Facebook) 
Laboratório de Acervo Digital (LAD) da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) – Acervo Nelson Nobre Magalhães 
Acervo Eduardo Arriada 
Acervo Biblioteca Rio-Grandense


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=0exLrg0CQQ4