4 de out. de 2019

RECEPÇÃO DO GP JUBILEU DE OURO DE MISS UNIVERSO DE IOLANDA PEREIRA - Jockey Club de Pelotas - 1980

Foto de Gilmar Ruas no Jockey Club de Pelotas - 1980
Na foto: Dumith (falecido) / Brigadeiro Homero Souto Oliveira (esposo de Iolanda) / ( ? ) / Iolanda Pereira, a primeira e eterna Miss Universo / ( ? ) / Jornalista Clayton Rocha

Orador da festa de 50 anos de Miss Universo da Iolanda Pereira foi o desembargador Silvino Joaquim Lopes Neto, e o prefeito de Pelotas em exercício no azo Arion Louzada, já que Irajá Andara Rodrigues não encontrava-se na cidade, por motivo de viagem oficial. A solenidade aconteceu no Salão Nobre do Suntuoso Hipódromo da Tablada, o maior e mais belo de todo interior brasileiro e algumas capitais, que o turfe é atração.
Iolanda Pereira nasceu em Pelotas/RS, em 16 de outubro de 1910, sendo eleita a 1ª Miss Universo em 08 de setembro de 1930, em concurso realizado no Uruguai.
Ela faleceu em 04 de setembro de 2001, com 90 anos, 9 meses e 24 dias de idade, faltou um mês e 12 dias para os 91 anos de idade, no Rio de Janeiro, por insuficiência múltipla. Na conjuntura do concurso por ser vitrice foi galardoada com 100 mil contos de réis, um carro esportivo e um terreno em São Conrado no Rio de Janeiro. Naqueles evos não era permitido maquiagens e plásticas, valia apenas a beleza estreme e original, e, deveras, era muito bonita. E por ter Pelotas vencido inúmeros concursos de beleza, a cidade ficou reconhecida internacionalmente como a Capital da Mulher Bonita, tal hodiernamente a Capital do Doce. Iolanda Pereira era casada com o oficial da Aeronáutica, o Brigadeiro Homero Souto Oliveira.

Fonte e texto de PAULO FISS.

26 de set. de 2019

Folha ilustradas "O Cabrion (1879-1880)"


"Houve grande quantidade de pequenos periódicos, de formato, tiragem e periodicidade muito variada, que são classificados como jornais ou também como revistas literárias. Havia ainda as folhas ilustradas, que mesclavam literatura e sátira social, possuindo ilustrações a bico de pena, das quais as principais foram O Cabrion (1879-1880) e A Ventarola (1887-1889). A primeira pertenceu a Eduardo Guerra e Eduardo Chapon e se distinguiu pelo tom agressivo de suas sátiras ilustradas, causando polêmica em alguns momentos. A segunda, de propriedade exclusiva de Eduardo Chapon, tinha um estilo mais moderado, mas bateu-se pela Abolição e foi um dos importantes semanários de seu tempo, dedicando-se também à literatura. A campanha da Abolição também fez surgir outros periódicos, destacando-se A Penna,O Pervígil (1882-1883) e O Democrata (1886-1888). Mesmo sem ilustrações, outros jornais misturavam humor, crítica literária e crônicas do cotidiano, como O Invisível (1887) e a Revista Popular (1888), ambos tendendo ao republicanismo. O Farrapo (1889) é exemplo de semanário político e republicano com produção literária, mesmo caso de O Radical (1890) que, publicado na época da proclamação da República, aos poucos perdeu seu caráter político, tornando-se mais literário." 
O nome do periódico foi uma adaptação de um dos personagens do romance Mistérios de Paris de Eugène Sue. No enredo, Cabrion era um pintor travesso que perturbava o personagem Pipelet. Publicado originalmente no Journal des Debats, entre junho de 1842 e outubro de 1843, o romance recebeu grande notoriedade não só na França, como em outros países. No Brasil, foi publicado no folhetim do Jornal do Comércio, a partir de 1º de setembro de 1844 (Balaban, 2005, p. 99). Serviu também para intitular o periódico de Angelo Agostini veiculado na década de 1860, em São Paulo. 

Abaixo reprodução da folha ilustrada "O Cabrion" de n° 94, datada de 21 de novembro de 1880, segundo ano de circulação da folha. Na capa uma ilustração de Jacques Offenbach, compositor e violoncelista francês de origem alemã, foi um paladino da opereta e um precursor do teatro musical moderno que havia morrido no mês anterior.

Foi publicado em pequeno formato (22 x 32cm), com circulação semanal.
A forma de apresentação do periódico seguia o modelo adotado pelos jornais congêneres do século XIX, sobretudo, os do Rio de Janeiro.

A impressão era realizada pela tipografica do Jornal do Comércio. A parte ilustrada era produzida sob a responsabilidade artística de Eduardo de Araújo Guerra, desenhista e encarregado também pela direção literária.



Eduardo Chapon e Eduardo Guerra utilizaram a sátira social para tratar dos mais variados assuntos que nortearam a sociedade pelotense. Para eles, tudo e todos eram passíveis de suas críticas e ilustrações caricaturais.



Fonte do texto.— 

- A Imprensa de Pelotas em um século”. Diário Popular, 7 de novembro de 1951. Bibliografia.– Loner, Beatriz. Jornais pelotenses diários na República Velha. Ecos Revista. Pelotas, v.2, n.1, abril de 1998, pp. 5-34; Lopes, Aris-teu. Traços da política: representações do mundo político na imprensa ilustrada pelotense do século XIX. Porto Alegre: UFRGS, Dissertação (Mestrado em História), 2006; Rudiger, Francisco. Tendências do jornalismo. Porto Alegre: Editora da Universidade UFRGS, 1993. (Beatriz Ana Loner);

- Artista do lápis: as ilustrações de Eduardo de Araújo Guerra no periódico Cabrion. Pelotas, 1879-1881, acesso em 26 de setembro de 2019 em: http://revistas.unisinos.br/index.php/historia/article/view/5087

Fonte de reprodução do Jornal.— Acervo de Vinicius Porto.


Offenbach - Barcarolle , from 'The Tales of Hoffmann'



25 de set. de 2019

Fábrica de malas, 7 de Setembro com Barão de Santa Tecla

Rua 7 de Setembro esq. Payssandu (entre 1861 e 1937), atual Barão de Santa Tecla.

Reprodução de uma Ilustração da etiqueta da fábrica de malas do uruguaio Sr. Trajano Ignácio de Medeiros (participou da primeira diretoria do Club de Regatas Pelotense e foi presidente no ano de 1921). 


Reprodução da etiqueta enviada por Margareth Vieira. S/D.

23 de set. de 2019

Chafariz da Praça Coronel Pedro Osório, década de 60.

A esquerda do postal notamos a construção do Condomínio Edifício Barão de Jarau. 
O edifício foi projetado pelo arquiteto Ari Marangon em 1968, foi construído na esquina da Praça Coronel Osório com a Rua Anchieta. O início da obra foi através da Construtora Menna Barreto, em parceria com o Sr. Lauro Ribeiro. Em um segundo momento passou para Roberto Ferreira S.A., empresa na qual o Senhor Lauro era sócio. (Fonte: Equipe Exclusive Sul)

Agradecimento a Luciano Silveira pelo envio da foto.

19 de set. de 2019

Parque da Baronesa antes do museu. Senzala da Baronesa? Década de 70

Antes do Museu...

O terreno onde hoje está localizado o Solar da Baronesa foi comprado em 1863 pelo Cel. Annibal Antunes Maciel e passou para as mãos de Annibal Antunes Maciel Júnior por herança materna no ano de 1871.
No ano de 1978 a propriedade foi doada pela família ao município de Pelotas, sendo especificado no documento de doação que o parque e o prédio fossem transformados em espaços abertos ao público. Após quatro anos de reforma, o museu foi inaugurado em 25 de abril de 1982 e tombado pelo Conselho Municipal do Patrimônio Histórico (COMPHIC) do município de Pelotas no ano de 1985.

Foto pertencente ao acervo do Museu.

No processo de reforma algumas edificações do entorno foram demolidas, pois não apresentavam o mesmo padrão estético do casarão (foto abaixo), apagando da memória local a materialidade que representava as classes trabalhadoras que também fizeram parte da história da Chácara da Baronesa.  Fonte: Página Facebook "Onde está a Senzala da Baronesa?" https://www.facebook.com/Onde-est%C3%A1-a-Senzala-da-Baronesa-101676177894663/?__tn__=HH-R

Foto pertencente ao acervo do Museu. Doação desta foto ao Museu suscitou uma questão que sempre gerou dúvidas aos frequentadores do Parque... seriam essas casinhas as antigas senzalas do Solar da Baronesa?


"Onde está a Senzala da Baronesa?" é uma pesquisa arqueológica que procura entender a escravidão e pós-abolição na Chácara da Baronesa, assim como contribuir na discussão pública das representações do passado, onde convida a participação da comunidade pelotense.

1 de set. de 2019

Palácio do Comércio

Foto do então Palácio do Comércio, atual Associação Comercial de Pelotas, na esquina das Ruas Sete de Setembro e XV de Novembro, reprodução da imagem impressa na série de monografias municipais, n°5, 2°edição, revista e atualizada do IBGE em março de 1958.

29 de ago. de 2019

Duas fotografias de 59

A recordação hoje é de duas fotos do fim da década de 50, a primeira mostra uma vista panorâmica do centro da cidade de Pelotas na região do Theatro Guarany, ao fundo também conseguimos ver o prédio da faculdade de odontologia da UFPel, em numa segunda foto podemos ver a atual Praça Coronel Pedro Osório, em 1959, a partir da Rua Mal. Floriano.


6 de jul. de 2019

Uma tradição chamada Caringi (Diário Popular/2006)

Fonte texto: Diário Popular/2006


O requinte e a elegância da moda no final de século 19 passavam pela Casa Caringi Chapelaria. Fundada em 1896 pelo italiano Nicola Caringi, o empreendimento virou referência na antiga Pelotas - importante pólo econômico e cultural do país àquela época. Logo ganhou visibilidade em todo o Rio Grande do Sul.

Em seus primeiros anos, a pequena butique especializou-se em produtos masculinos. Encontravam-se lá vestimentas e acessórios como bengalas, polainas e luvas que trajavam os homens da época. “Não havia a variedade de roupas que temos hoje”, observa o bisneto Nicola Caringi Lima, professor do Instituto de Artes e Design da Universidade Federal de Pelotas (IAD/UFPel).
O comércio oferecia produtos de alto padrão, que seguiam tendências européias, com marcas famosas como chapéus Christy’s e Borsalino, entre outros. A boa localização, na rua 15 de Novembro, em espaço onde hoje está localizado o Banco Real, também contribuiu para que a loja ganhasse seu charme.
Entre as recordações, lembranças carinhosas do patriarca e a contribuição dos Caringi ao desenvolvimento do município. Em meio às histórias, o apreço do bisavô pela música, transmitido às demais gerações, e a vaidade, uma de suas marcas registradas. “Era um homem fino e elegante, muito bonito. À noite, sempre frisava os bigodes.”
Caringi soube integrar-se à sociedade da época. Com grande apreço pela moda, destacou-se numa Pelotas rica - econômica e cultural. Teve visão. Focou seu comércio nas necessidades e exigências da elite. Progrediu e integrou sua família à história da cidade.

Tempos de expansão
A imponência do nome veio nas primeiras décadas do século seguinte. Com a morte de Nicola, em 1921, Caringi Filho assumiu os negócios da família. Tão ou mais ousado que o pai, transformou a pequena, mas já tradicional chapelaria, no grande Magazine Casa Caringi, uma das pioneiras lojas de departamento da região.
A ampliação, em 1946, forçou a transferência para a rua Andrade Neves, entre Marechal Floriano e Sete de Setembro. Os produtos diversificaram-se. Além dos tradicionais artigos masculinos e importados, linhas feminina e infantil; cama, mesa e banho; perfumaria e brinquedos.
“Uma grande parte do comércio era de Pelotas”, recorda Terezinha Caringi Lima, neta de Nicola Caringi. “Era um incentivador da produção local.” Na moda da época, o calor tropical impunha o charme dos chapéus Picareta, feitos em palha, para uso no verão. “A indumentária masculina era muito mais chique.”
O comércio atraia clientes das principais cidades do RS, inclusive da capital, que se deslocavam ao município para adquirir a linha, em boa parte exclusiva no estado. Logo, a Caringi ganhou filiais em municípios como Rio Grande e Porto Alegre. A sucursal de Bagé teve o comando de Antônio Caringi, irmão de Nicola, e pai do famoso escultor.
Com o tempo, no entanto, o empreendimento voltou-se à matriz. “Acredito que houve certa dificuldade em manter as filiais. Ele preferiu ampliar os negócios em Pelotas”, conta Nicola Lima. O empreendimento perdurou até a metade da década de 1960. Antes, transferiu-se para a rua Marechal Floriano, próximo à Andrade Neves, onde até pouco tempo o ladrilho da calçada mantinha o nome da família. “Terminou como começou, com a chapelaria e artigos masculinos.”
A aposentadoria de Caringi Filho, em 1963, e a transferência de Roberto Caringi, seu filho, para Porto Alegre, em 1967, associadas ao declínio econômico, levaram ao desaparecimento da marca. Mas não por muito tempo.

Continuidade na capital
Mais de um século depois, a tradição dos Caringi permanece integrada à história de Pelotas e do Rio Grande do Sul. Em Porto Alegre, a empresária Maria do Carmo Caringi, a Neneca, tomou para si a responsabilidade de resgatar o brilho e requinte do sobrenome. Há nove meses ela fundou a Maison Carinci, especializada em moda de alto padrão e marcas do mercado de luxo.
A empresária fez questão de manter e melhorar algumas táticas de sedução do cliente que foram repassadas de geração para geração, como o atendimento personalizado e a criação de um ambiente charmoso e sofisticado.
Apesar de a Maison Carinci não ter ainda um ano, Maria do Carmo trabalha com comércio há duas décadas - ela começou vendendo roupas em casa. “A maioria de minhas clientes está comigo desde essa época, somos amigas e hoje atendo suas filhas e netas”, orgulha-se.
Como o bisavô, a empresária também destacou um segmento do comércio para investir. Atualmente ela só trabalha com roupas e acessórios, inclusive chapéus e roupas íntimas, para mulheres. Na maison há ainda um espaço para as meninas, no setor Kids, e para a casa.
Jovem e empreendedora, Neneca faz planos. E não esconde o sonho romântico de no futuro abrir uma seção masculina em homenagem ao bisavô.
Outro desejo é de ver o nome da família perpetuado no comércio com a ajuda das novas gerações. A filha, Luíza, quatro anos, dá sinais de que gosta do assunto. “Este ano ela participou da escolha dos modelos para a maison Kids e as peças preferidas por ela foram as que saíram mais rapidamente”, conta Maria do Carmo. (Ana Cláudia Dias)

O charme do nome
A diferença entre os Caringi e os Carinci restringe-se à grafia. Ambas, brasileira e italiana, são uma só família. A alteração no nome era comum na segunda metade do século 19 quando Nicola Caringi chegou ao Brasil. Os registros eram feitos a partir da pronúncia. “O ‘C’, em italiano, tem som de ‘G’”, explica Nicola Lima. “Ouviam Caringi e não Carinci”.
Neneca preferiu retornar às origens. Seus filhos receberam registro Carinci, mesmo nome que deu à sua Maison. Nato ou coloquial, ambos mantêm seu charme ao longo do tempo e das diferentes gerações. (DV)

Cronologia
1890 - O italiano Nicola Caringi chega ao Brasil.
1896 - Nicola Caringi funda em Pelotas a Casa Chapelaria Caringi.
1921 - Com a morte do pai, Nicola Caringi Filho assume a administração da loja.
1946 - Caringi Filho inaugura a loja de departamentos Casa Caringi Magazine.
1963 - Antes de se aposentar, transfere ao filho Roberto Caringi a administração do empreendimento.
1967 - Roberto Caringi transfere-se para Porto Alegre e a Casa Caringi deixa de funcionar.
2005 - Maria do Carmo Caringi, filha de Roberto e bisneta de Nicola Caringi, funda em Porto Alegre a Maison Carinci.

Fonte: Diário Popular/2006

4 de jul. de 2019

Armazém Cancella em 19 de fevereiro de 1950

Avenida Bento Gonçalves esquina Santos Dumont.
Proprietário Manuel Cancella, seus filhos e amigos varrendo os estragos do alagamento que teve em 1950. Na foto da esquerda para direita Sr. Manuel Cancella, Sr. Ary Medina, Sr. Dorval, pintor, crianças com vassouras, Sra. Marley Brauner, Sr. Wolney Medina Francisco, os dois da esquina os Srs. conhecidos como Bagé e Alfredo Verdureiro. 

Identificação: Sr. Wolney Medina Francisco

Acervo: Marley Francisco Brauner (na foto e filha do Cancella)
Foto: Waldyr Augusto Brauner
Enviada por Daniela Brauner

15 de mai. de 2019

Yolanda Pereira, Miss Universo 1930

Yolanda Pereira, gaucha que foi Miss Pelotas, Miss Rio Grande do Sul, Miss Brasil e Miss Universo em 1930. A 1° brasileira a conquistar a façanha do feito máximo de beleza universal.
"Ari Edemar Timm: Yolanda Pereira era afilhada de Alice Abadie Rego, que a acompanhou nas apresentações para disputa do título. Ao final houve empate com outra candidata. Para finalizar a escolha decidiram que as candidatas removessem a "maquiagem". Ao retornarem, Yolanda Pereira estava igual. Sua beleza não precisava usar "maquiagem"!"
Revista `As mais bellas do mundo`, capa com a Miss Universo 1930, senhorita Yolanda Pereira, miss Brasil, 1930

15 de abr. de 2019

O primeiro placar de futebol?

Afim de contribuir com a memória de nossa Satolep o Hist. Vinícius dos Santos Porto enviou algumas fotos, que ele possui original, entre elas a que postamos aqui. 


Um raro registro do antigo placar no estádio do E.C. Pelotas, na época da foto, recém colocado. 
Na fotografia aparece o placar com patrocínio dos relógios Omega, com slogan "O relógio para toda a vida". O marcador era manual, escrito Pelotas de um lado e do outro visitante, era necessário duas pessoa para trocar os números, que subiam em escadas para fazer a troca. No centro havia um relógio que marcava os 45 minutos de cada tempo da partida. 
A foto não foi datada, porém o estádio da Boca do Lobo foi inaugurado em 1908.

2 de abr. de 2019

Inauguração da Biblioteca Infantil Érico Veríssimo em 1946.


"Em 1946, foi inaugurada dentro da BPP a Biblioteca Infantil Érico Veríssimo, que até hoje é local destinado aos eventos infanto juvenis chamados Hora do Conto." https://biblioteca.ibge.gov.br/biblioteca-catalogo.html…

"Publicado com destaque num alto de página do Diário Popular de 11 de maio de 1946, o comunicado da diretoria da BPP convidava sócios, autoridades e publico em geral para a cerimônia que, às 15h30min, marcaria a inauguração da Biblioteca Infantil Érico Veríssimo – com a presença do homenageado e apresentação da Hora do Conto. Com obras de interesse especifico para o público infanto-juvenil, o espaço é hoje um dos mais procurados da Casa." http://www.bibliotheca.org.br/historia/

Foto e texto: Biblioteca Pública de Pelotas.


Inauguração da Biblioteca Infantil Érico Veríssimo. 1946


Abaixo fotos do então Coral da Sansa* na festa de Natal da Biblioteca Infantil em 1967.







*APAC: Fundada em 15 de março de 1959, sob a denominação de Sociedade Assistencial Nossa Senhora Aparecida (SANSA), passou a ser chamada de Sociedade Pelotense de Assistência e Cultura (SPAC) em 15 de setembro de 1981, tendo como idealizador e criador o Bispo Diocesano de Pelotas, Dom Antônio Zattera. Em junho de 2016 passou a ser denominada Associação Pelotense de Assistência e Cultura (APAC). http://www.ucpel.tche.br/portal/?secao=mantenedora

22 de fev. de 2019

Zeppelin passando por Pelotas em 1934

Zeppelin sobrevoando a cidade de Pelotas



Na esquerda da imagem, a Alfaiataria Caprio.

Leia sobre os Graf Zeppelins em http://pelotasdeontem.blogspot.com/2019/02/graf-zeppelin-grande-aeronave-sob-o-ceu.html no blog Pelotas de ontem de A. Monquelat.

Fotos : acervos de Eduardo Arriada e A.F. Monquelat

1 de out. de 2018

Discurso de Getúlio Vargas em Pelotas 1943


Getúlio Vargas acena para o público em frente ao paço municipal. Foto do Arquivo Nacional, 1943.

Grande público se aglomera em frente ao paço municipal para ver o presidente Getúlio Vargas.
Foto do Arquivo Nacional, 1943.

Em outubro de 1943 Getúlio Vargas esteve de passagem por Pelotas e região para inaugurar a Escola Técnica, linha ferroviária, que ligaria Pelotas ao oeste do Rio Grande e também para anunciar a construção da barragem do Rio Camaquã. 
Numa segunda -feira, dia 11 de outubro foi a inauguração da ETP e no dia 12 de outubro o então presidente esteve em frente ao paço municipal (fotos acima). 
Abaixo conseguimos o discurso que foi feito na Associação Comercial, no mesmo dia, leia na integra abaixo:

O espírito progressista das classes conservadoras de Pelotas 

(improviso agradecendo a grande manifestação de apreço das classes conservadoras de Pelotas, na associação comercial da cidade, a 12 de outubro de 1943)

A manifestação de apreço das classes conservadoras de Pelotas e a saudação do representante da Associação Comercial — Reconhecimento dos serviços prestados pelo Governo Nacional — Significação das manifestações espontâneas do povo pelotense — O desenvolvimento da pecuária — Conseqüências da transformação do país de produtor de matérias primas em industrializador dos seus recursos naturais — A inauguração da Escola Técnica e a linha ferroviária que ligará Pelotas ao oeste do Rio Grande — A construção da barragem do rio Camaquam grande empreendimento destinado a produzir força hidráulica e energia barata — A política do Governo Nacional não admite luta de classes e procura assegurar o equilíbrio e colaboração de todas — Nova mentalidade das classes conservadoras transformadas em elementos de cooperação governamental — Assistência e amparo econômico do trabalhador.


SENHORES

A manifestação das classes conservadoras de Pelotas constitui mais um motivo de íntimo contentamento entre os muitos que venho recolhendo no decorrer desta minha agradável viagem pelo Rio Grande do Sul. Mostra o calor e a sinceridade de sentimentos de uma gente habituada a exteriorizar sem temor o que pensa e o que sente. Fala-me, por isso mesmo, diretamente ao coração e recebo-a desvanecido e confortado. O digno intérprete da Associação Comercial de Pelotas acaba de referir lealmente os serviços prestados pelo meu Governo à terra pelotense. Não foram numerosos por certo, nem tão extraordinários me parecem diante do muito que desejaria fazer pelo progresso e bem estar de todos os meus conterrâneos. Na vida do homem público que se orienta num sentido reto e justo há sempre momentos que compensam os sacrifícios e as incompreensões, e esses momentos ele os encontra ocasionalmente na espontaneidade das expansões populares. É o que me aconteceu ao entrar em contacto com o nobre e valoroso povo pelotense. Pelotas não é só uma das mais encantadoras cidades do Rio Grande. É também um rico e ativo núcleo de trabalho. A pecuária preponderou durante muito tempo no conjunto das suas atividades produtoras. Lançou-se depois aos empreendimentos industriais e neles começa a aplicar reservas apreciáveis e capacidades comprovadas. É ainda sob esse aspecto um núcleo de trabalho promissor, procurando antecipar-se à rápida transformação que se opera na vida econômica do país, que de mero produtor de matérias primas passa a industrializador dos próprios recursos naturais. A compreensão inteligente dessa mudança em nossos processos de produção ressalta do interesse despertado pela inauguração da Escola Técnica destinada a formar auxiliares para a indústria da região. A circunstância excepcional de possuir um porto de fácil acesso à navegação marítima, servido por ligações ferroviárias que se completarão com a linha que ligará Pelotas ao oeste do Rio Grande, é mais um fator favorável a influir decisivamente no desenvolvimento das suas atividades manufatureiras. Mas há mais ainda a registrar sobre as possibilidades do progresso pelotense. Aproveitando a oportunidade quero dar-vos, nesse sentido, uma auspiciosa notícia. Entre os empreendimentos que o Governo Federal vai iniciar em breve, com o fim de criar para o Rio Grande do Sul mais amplas e seguras condições de desenvolvimento econômico, figura precisamente a construção da barragem do Rio Camaquam, que virá proporcionar a Pelotas, Rio Grande e Bagé, força hidráulica e portanto energia barata. Pelotas está assim fadada a ser um dos maiores empórios industriais do sul do Estado.
A riqueza é sempre produto do esforço humano e os homens aqui sabem esforçar-se para conquistá-la. Devem, porém, lembrar-se que não há coletividade rica onde a fortuna se concentra nas mãos de poucos. As classes menos favorecidas precisam usufruir igualmente os "bens da civilização, que só ficam ao seu alcance quando dispõem de recursos para adquiri-los. A política do Governo Nacional não admite a luta de classes, nem o predomínio de umas sobre outras. Procura estabelecer e assegurar o equilíbrio e a colaboração de todas para o bem geral. Felizmente, as classes conservadoras, transformadas hoje em elementos de cooperação governamental, já não têm a mentalidade das épocas passadas e se orientam no sentido de proporcionar amparo e segurança econômica ao trabalhador. Encerrando estas rápidas considerações, que me parecem de todo oportunas, renovo os meus agradecimentos pelas homenagens que me são prestadas com tão confortadoras disposições de confiança e solidariedade.


Fonte:
Presidência da República
Casa Civil
Secretaria de Administração
Diretoria de Gestão de Pessoas
Coordenação – Geral de Documentação e Informação
Coordenação de Biblioteca

Acesso: http://www.biblioteca.presidencia.gov.br/presidencia/ex-presidentes/getulio-vargas/discursos/1943/15.pdf/view



Fonte foto Arquivo Nacional
BR_RJANRIO_EH_0_FOT_PRP_00585_d0018de0022
BR_RJANRIO_EH_0_FOT_PRP_00585_d0011de0022

Acesso: http://sian.an.gov.br/sianex/Consulta/Pesquisa_Livre_Painel_Resultado.asp?v_CodReferencia_id=1314963&v_aba=1

4 de set. de 2018

Inauguração Escola Técnica de Pelotas - ETP em 1943


Presidente Getúlio Vargas (1939-1945) no Rio Grande do Sul inaugura Escola Técnica de Pelotas, RS. 





Um pouco da história do atual IF-Sul/RS ao longo do tempo.


"O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense carrega em seu DNA uma trajetória de quase um século, cuja história começou a ser escrita no início do século XX, através de ações da diretoria da Bibliotheca Pública Pelotense que, em 7 de julho de 1917 - data do aniversário da cidade de Pelotas - sediou a assembléia de fundação da Escola de Artes e Officios. Esta escola se caracterizava por ser uma sociedade civil, cujo objetivo era oferecer educação profissional para meninos pobres. O prédio foi construído, mediante doações da comunidade, em terreno doado pela Intendência Municipal.
As aulas tiveram início em 1930, quando o município assumiu a Escola de Artes e Officios e instituiu a Escola Technico Profissional que, posteriormente, passou a denominar-se Instituto Profissional Técnico, cujos cursos compreendiam grupos de ofícios divididos em seções: Madeira, Metal, Artes Construtivas e Decorativas, Trabalho de couro e Eletro-Chimica. João Py Crespo, intendente Municipal que viabilizou o funcionamento da Escola, doou seus vencimentos para esse fim, exemplo que foi seguido pelo primeiro diretor, Sylvio Barbedo e pelo primeiro grupo de professores.
O Instituto Profissional Técnico funcionou por uma década, sendo extinto em 25 de maio de 1940, e seu prédio demolido para a construção da Escola Técnica de Pelotas.
Em 1942, através do Decreto-lei nº 4.127, de 25 de fevereiro, subscrito pelo presidente Getúlio Vargas e pelo ministro da Educação Gustavo Capanena, foi criada a Escola Técnica de Pelotas – ETP –, a primeira e única Instituição do gênero no estado do Rio Grande do Sul. O engenheiro pelotense Luiz Simões Lopes foi o responsável pela vinda da Escola para o município, através de sua intercessão pessoal junto ao Ministério da Educação e ao Presidente da República.
A ETP, inaugurada em 11 de outubro de 1943, com a presença do presidente Getúlio Vargas, começou suas atividades letivas em 1945, com cursos de curta duração (ciclos). Neste primeiro ciclo do ensino industrial, os cursos estabelecidos foram de Forja, Serralheria, Fundição, Mecânica de Automóveis, Máquinas e Instalações Elétricas, Aparelhos Elétricos, Telecomunicações, Carpintaria, Artes do Couro, Marcenaria, Alfaiataria, Tipografia e Encadernação.
A partir de 1953, foi oferecido o segundo ciclo da educação profissional, quando foi criado o primeiro curso técnico - Construção de Máquinas e Motores.
Em 1959, a ETP é caracterizada como autarquia Federal e, em 1965, passa a ser denominada Escola Técnica Federal de Pelotas, adotando a sigla ETFPEL.
Com um papel social muito forte e reconhecidamente destacado na formação de técnicos industriais, a ETFPEL tornou-se uma Instituição especializada e referência na oferta de educação profissional de nível médio, formando grande número de alunos nas habilitações de Mecânica, Eletrotécnica, Eletrônica, Edificações, Eletromecânica, Telecomunicações, Química e Desenho Industrial.
Em 1996, no dia 26 de fevereiro, foi colocada em funcionamento a sua primeira Unidade de Ensino Descentralizada – UNED, na cidade de Sapucaia do Sul.
Em 1998, a Escola Técnica Federal de Pelotas começa a efetivar sua atuação no nível superior de ensino, tendo obtido autorização ministerial, após parecer favorável do Conselho Nacional de Educação, para implantação de Programa Especial de Formação Pedagógica, destinado à habilitação de professores da educação profissional.
Em 1999, através de Decreto Presidencial, efetivou-se a transformação da ETFPEL em Centro Federal de Educação Tecnológica de Pelotas – CEFET-RS, o que possibilitou a oferta de seus primeiros cursos superiores de graduação e pós-graduação, abrindo espaço para projetos de pesquisa e convênios, com foco nos avanços tecnológicos.
Em 13 de outubro de 2006, foi inaugurada a Unidade de Ensino de Charqueadas e, em 27 de novembro 2007, a Unidade de Ensino de Passo Fundo.
Em 29 de dezembro de 2008, foi criado, a partir do Centro Federal de Educação Tecnológica de Pelotas, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense, com sede e foro na cidade de Pelotas, estado do Rio Grande do Sul, nos termos da Lei nº 11.892, com natureza jurídica de autarquia, vinculada ao Ministério da Educação."

Fonte do texto: 
Coordenadoria de Comunicação Social, acesso em http://www.ifsul.edu.br/historico

Fonte da foto: 

ARQUIVO NACIONAL. BR RJANRIO EH-(Fundo). BR RJANRIO EH.0.FOT-(Série). BR RJANRIO EH.0.FOT, PRP-(Sub-Série). BR RJANRIO EH.0.FOT, PRP.583-(Dôssie). Acesso em http://sian.an.gov.br/sianex/Consulta/Pesquisa_Livre_Painel_Resultado.asp?v_CodReferencia_id=1314958&v_aba=1


Planta da cidade de Pelotas de 1911 - Bondes

Planta da cidade de Pelotas com as linhas dos bondes em 24 de setembro de 1911. Tamanho 87cm x 46 cm. Apresenta relação dos principais edifícios da cidade de Pelotas. Carimbo: Guinle & Cia. Escritório Técnico. nº 55/1911. 15 set. 1911. Carimbo: Club de Engenharia - Carta Geográfica do Brasil. Arquivo Nacional.




Fonte: Arquivo Nacional. Sistema de informações do arquivo nacional. BR RJANRIO F4-(Fundo), BR RJANRIO F4.0.MAP-(Série), BR RJANRIO F4.0.MAP.623-(Dôssie).
Acesso: http://sian.an.gov.br/sianex/Consulta/Pesquisa_Livre_Painel_Resultado.asp?v_CodReferencia_id=341424&v_aba=1

23 de ago. de 2018

As travessas entre XV e Andrades

Você sabe os nomes das travessas entre XV de Novembro e Andrades Neves? 



1 - Travessa Cel. Ismael Soares (esquina da antiga Confeitaria Brasil) - Cel. Ismael Soares da Silva - Coronel da revolução farroupilha, organizou junto com José Neto, Pedro Marques e Antônio de Sousa Netto, o corpo de cavalaria farroupilha.



2 - Travessa Conde de Piratini (do lado da Biblioteca pública) - João Francisco Vieira Braga, barão, visconde e conde de Piratini (Piratini, 1797 — Pelotas, 9 de maio de 1887) foi um estancieiro, empresário e político brasileiro. Foi vereador em Rio Grande, deputado provincial eleito à 1ª Legislatura da Assembleia Provincial e também à 2ª Legislatura.

Travessas Conde de Piratini e Col. Ismael Soares pela Rua XV de Novembro

17 de ago. de 2018

Baile de carnaval no Diamantinos na década de 40

Baile de carnaval no Clube Diamantinos na década de 40.
Meninas posam para fotos durante o baile de carnaval. Sentada em primeiro plano Lygia Gervine.
Foto enviada por Rosângela Gervini

31 de jul. de 2018

Rua Prof. Araújo no ano de 1980 - Hotel Ness

Rua Professor Araújo, antigo Hotel Ness, no ano de 1980. Atualmente chamado de Largo Vernetti.

* O Hotel Ness se localizava próximo ao Hotel Colonial, na rua 10 de Novembro [atual Prof. Araújo] também uma continuação da Avenida Fernando Osório. Seu proprietário era Pedro Ness. COMPANHIA Melhoramento e Resistência. Guia de Assinantes Nº 13. Pelotas: Editada por Echenique & Cia., 1947.

Foto de Jerônimo Alberto dos Santos enviada por Jéferson Barcelos a Pretérita urbe.
A rua Professor Dr. Araújo integra o primeiro loteamento urbano da freguesia de São Francisco de Paula. Projetada nos terrenos de Antônio dos Anjos, a via foi nomeada na planta de 1815 como “Rua das Lavadeiras”; extraoficialmente a chamavam de “Rua Francisco Ourives”, uma referência a um comerciante local. 
A rua inicialmente tinha apenas três quadras, partido da atual Avenida Bento Gonçalves e indo até a atual Major Cícero. Neste trajeto a presença de lavadeiras era cotidiana no arroio Santa Bárbara, este que seguia seu curso nas proximidades.
Em 10 de fevereiro de 1869 o trajeto passa a ser chamado de “Manduca Rodrigues”, militar pelotense morto na Guerra do Paraguai em 1867, durante a batalha de Potreiro Ovelha. Com a expansão da rua, a Câmara Municipal dividiu-a em três nomenclaturas distintas, constando em seu trajeto: Professor Dr. Araújo, Avenida Saldanha Marinho, e Manduca Rodrigues. O primeiro foi diretor do então Ginásio Pelotense e professor das escolas de Farmácia e Odontologia, como também da Escola de Agronomia Eliseu Maciel e da Academia de Comércio. Joaquim Saldanha Marinho fora Presidente da Província de São Paulo entre outubro de 1867 e abril de 1868, onde promoveu a criação da Companhia Paulista de Estradas de Ferro. Durante o Império Marinho foi também Deputado Geral (equivalente dos atuais deputados federais) por cinco legislaturas.
Fonte de Olhares de Pelotas com base no livro "Os Passeios da Cidade Antiga" de Mario Osorio Magalhães veja em: https://pt-br.facebook.com/Olharessobrepelotas/photos/a-rua-professor-dr-ara%C3%BAjo-integra-o-primeiro-loteamento-urbano-da-freguesia-de-s/1627607684013097

Foto Google maps

25 de jul. de 2018

Ano de 1951 na Praça Coronel Pedro Osório em frente ao chafariz Fonte das Nereidas.
Foto enviada por Rosângela Gervini 
*Segunda da esquerda para a direita de tailleur com três botões Lygia Gervini.

5 de jul. de 2018

Bar do mercado nos anos 80

Foto de Luciano Piltcher que fez parte da exposição "Em Contra Tempo" que mostrava registros do antigo Mercado Público de Pelotas. Foto do de 85 ou 86. Fonte: http://fotocometario.blogspot.com.br



Visite nosso canal do YouTube e veja vídeos raros e antigos comerciais de Pelotas. https://www.youtube.com/channel/UCavbfHUJYjRt_burH-K6R3g
Mais fotos desta exposição em http://preterita.wixsite.com/urbe



Quem tiver fotos interna do antigo mercado envie para nós!!

29 de mai. de 2018

Praça da República

Praça da Reneração> Praça Pedro II> Praça Regeneração> PRAÇA DA REPÚBLICA> Praça Coronel Pedro Osório


A partir do segundo loteamento, que ampliou os limites urbanos de Pelotas na direção sul ─ desde a Rua General Neto até atingir a região do Porto ─, o eixo central do povoado passou a ser a atual Praça Coronel Pedro Osório, batizada de Regeneração em 1832, quando se instalou a vila e o governo municipal passou a funcionar precisamente no entorno dessa praça. Recebeu, depois, os nomes de Pedro II, em 1865, novamente Regeneração, em 1889, da República, em 1895, e, finalmente, Coronel Pedro Osório, em 1931.

Fonte: Dicionário de Pelotas

25 de mai. de 2018

Fila para gasolina na década de 40

"Durante a II Guerra Mundial (1939-1945), “racionamento” e “escassez” viraram palavras de uso corrente em Pelotas. Faltava tudo, a começar pela gasolina, que quase não chegava à cidade porque era desviada pelos produtores para o chamado “esforço de guerra”, por imposição do governo brasileiro."

A Pelotas que eu vivi em https://pelotascronicasurbanas.files.wordpress.com/2013/03/o-livro_edicao-consolidada.pdf



Fila de automóveis na rua Gen. Osório.

"Durante a Segunda Guerra Mundial a crise do petróleo atingiu Pelotas. Tal evento deu origem a extensas filas de automóveis em postos de gasolina entre os anos de 1944 e 1945."
Fonte: https://www.facebook.com/Olharessobrepelotas

23 de mai. de 2018

Monumento Coronel Pedro Osório 1954


Inauguração do monumento em homenagem ao centenário do caçapavense Coronel Pedro Osório em 1954 na Praça que leva o seu nome desde de 07 de março de 1931 quando o prefeito João Py Crespo homenageou o charqueador, agricultor e político.




22 de mai. de 2018

Pretérita Urbe Exposições virtuais

Visite Pretérita Urbe Exposições virtuais.

A TOMADA DE PELOTAS - EM CONTRA TEMPO DE LUCIANO PILTCHER - AS MAIS CURTIDAS

17 de abr. de 2018

Pretérito e Presente: Rua Anchieta esq. Antônio dos Anjos.

Edição de foto da década de 20 com foto de 2011 (Google) por Pretérita Urbe, que aparece a esquina entre as ruas Anchieta e Antônio dos Anjos.

"A atividade da lavoura de arroz, associada aos frigoríficos e à criação de ovelhas, bem como a produção de frutas e legumes para a indústria de conservas artesanais, promovem um renascimento econômico na década de 20. Esse renascimento dura até 1930, quando ocorre nova crise, ocasionada principalmente pela falência do Banco Pelotense. A crise força uma nova readequação econômica, envolvendo o desenvolvimento da indústria da alimentação, arroz e conservas." 

Fonte do texto: LUZES NA NEBLINA, Trabalhadores de Pelotas (1888-1930). Memorial de justiça do trabalho do RG adaptado da datese de doutorado da Profa. da UFPEL, Beatriz Ana Loner, intitulado Construção de Classe - Operários de Pelotas e Rio Grande (1888-1930).






Segundo o Sr. Waldemar Ferreira Louzada Filho em comentário a esta página diz que esta esquina ainda pertence a família Louzada (agosto de 2018). Toda esquina onde antes do beneficiamento de arroz era uma fábrica de vassouras do seu avô Sr.Antonio Ferreira Louzada, mesmo que construiu a antiga Capela da Luz e trouxe a santa hoje na igreja da Luz em 1906.

2 de abr. de 2018

Álbum de Pelotas de 1922 - Padaria do Commercio

EIS UMA CASA, PODE-SE DIZER, A MAIS POPULAR NESTA CIDADE. 


Página do Álbum de Pelotas de 1922

"Gostosamente publicamos as photographias dos Srs. Manoel Pires da Fonseca e Sr. João Pires da Fonseca, assim como a frente do predio onde está installada a antiga e popular PADARIA DO COMMERCIO."