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8 de abr de 2015

Carro da Mesbla S/A em Pelotas - Foto inédita

Carro da Mesbla S/A em Pelotas 1951, época que tinha sede na Praça Coronel Pedro Osório (esq. Anchieta). 


Na foto Sr. Dináh Carvalho da Silva.


Foto enviada por Josiane Oliveira, acervo da família.

Abaixo anuncio da época.


4 comentários:

  1. Olá caríssimo.
    Como podes ver hoje levantei mais cedo ainda e vim dar uma olhada em tu página. (03h35min) e já havia visto este post sobre a Mesbla, que realmente ficava na Praça Cel. Pedro Osório, na esquina da Rua Padre Anchieta, na mesma calçado do 7 de Abril. Meu irmão, logo que saiu do Exército trabalhou nessa loja, por pouco tempo e depois foi para Banco do Estado do Rio Grande do Sul..
    Pelotas chegou a ter uma imensa e bonita loja na Avenida, vendia inclusive automóveis. Bons tempos, hoje ao que me parece foi transformada em igreja. Um retrocesso à nossa cidade.
    A Mesbla S/A teve a sua primeira loja no Brasil, já que sua origem é a bela França, no Rio de Janeiro, coisa que muitos desconhecem, aberta no começo do Século passado, e foi decretada sua falência no final de 1998 ou 99, pois se não me falha a memória sua maior loja em Porto Alegre, já no inicio deste Século encontrava-se fechada e depois foi vendida para ser o Hospital Universitário da Universidade Luterana do Brasil, ULBRA. Não sei se ainda existe esse hospital.
    É uma lástima que as coisas com o passar do tempo vão se deteriorando.
    Um grande e fraterno abraço.
    Prof.Pedro

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  2. Bom dia , pois lembro exatamente onde hoje é o Bradesco , era a MESBLA .

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  3. Eu poupava no cofrinho da FIN-HAB; e com ele cheio, fui na MESBLA da Praça Coronel Pedro Osório, e comprei meu primeiro skate!

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  4. Era a década de 70, um amigo me fez o convite para acompanhá-lo até a Mesbla S/A, da Praça Coronel Pedro Osório, pois sentia-se constrangido chegar só com o fito de pedir emprego, aceitei, e lá chegando fomos muito bem recepcionado pelo gerente, meu amigo apresentou-se ao mesmo dizendo a finalidade de estar ali naquela conjuntura, eu era estudante, oportunamente o camarada também me apresentou para o gestor, como se eu também tivesse interesse de petição de emprego naquele momento que saí apenas para passeio. Na sala da gerência permanecemos por alguns minutos, quando voltou a conversar conosco o gerente, dizendo-nos vocês estão empregados, isso deveria ser umas 16:00, e nos passou duas escrivaninhas e cadeiras, cada uma com telefones e tudo que há em um escritório, e disse-nos: a partir deste instante peguem o guia telefônico, a época da CTMR ( Companhia Telefônica Melhoramentos e Resistência/empresa genuinamente pelotense ) e comecem a fazer contato com as residências, dizendo para as pessoas que é da Mesbla, que estão oferecendo " consórcio " de automóveis, só que começamos os contatos a maioria dos nomes, evidente que nas ruas centrais, os proprietários já haviam falecidos e ouvíamos da viúva uma história concernente a vida do marido, falando de saudades e até choros, enquanto uma ou outra falava mal do finado uma barbaridade, e nada de venda de automóvel, então comentamos com o senhor Pedro, o gerente, agradecendo a oportunidade de trabalho dias depois, o que ele disse, continuem na empresa, consórcio é assim mesmo, quando começarem a vender vai deslanchar e vocês haverão excelentes salários, mas mesmo assim, com o conselho do seu Pedro, desistimos daquele trabalho, e mesmo assim, ele ainda fez alguns contatos conosco, para que voltássemos ao quadro de funcionários, mas não voltamos mais. Um dia nos encontramos com o seu Pedro, quiçá uns 20 dias depois, ele veio ao nosso encontro, dizendo que passássemos no escritório da loja para recebermos os dias trabalhados, quando comentamos com ele que não tínhamos vendido nada, como íamos perceber algum salário, nos falou a firma é boa, não deixa ninguém sem pagar, quando se trabalha para a empresa, dissemos a ele que passaríamos no dia seguinte no escritório para receber, só que na verdade, nunca mais fomos lá para receber os honorários, que dizia ser pertinente para nós, e a partir dali, sempre que víamos o seu Pedro, desviávamos o caminho de vergonha do homem.

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